O lugar é maravilhoso, mas isso já está ficando um pouco repetitivo. O parque tem um ciclovia contornando ele inteirinho, com muitas áreas para piquenique, jardins, área para jogar golfe, e claro, os totens.

Porém, escrevendo este post fiquei muito frustrada. Isso porque eu só consegui pegar o mapa na hora que estava indo embora. E agora, verificando aqui as informações eu descobri que não vi tudo. Aliás, vi apenas um dos locais que tem os Totens. Tem mais uns três para ver. Portanto, irei novamente neste parque para conferir os outros. E desta vez vou alugar uma bicicleta, pois cansei de camelar (são 400 hectares de área). Quero só ver eu andando nas bicicletas dos gigantes, acho q vou voltar toda arrebentada.
Mas, vamos lá. Primeiro acho legal contar a história desta arte. Entre 8 mil e 10 mil anos atrás, aborígenes que migraram do Alasca, habitavam Vancouver. Principalmente na região em que está o parque. Estas famílias esculpiam estes postes que ficavam no interior de suas casas, sustentando os telhados. As figuras trabalhadas representavam a linearidade da família. Todos eles são réplicas, já que os originais ou estão em museus ou se deterioraram.
Os Totens faziam parte das tradições destas famílias. Eram uma espécie de registro do que passaram, em alguns casos, até místicos. Tudo isso era marcado com muita música, dança e claro, registrados nos Totens. Desculpe se a explicação ficou meio chulé, eu também achei, mas é que quase não tem informação sobre a história de cada um. Apenas falam sobre o processo de construção da réplica.
Este aqui é o Totem do Thunderbird.


Renatinha, estou adorando acompanhar sua viagem. Primeiro porque sou fã do Canadá e estou me realizando por aqui, já que não pude ir conhecer ainda. Segundo porque adoro viagens e as histórias malucas que isso rende. Vc falando do joelho me lembrei de quando estava na França. Andava tanto por lá que voltei com uma tendinite nos dois pés. Se cuida e curte muito por aí. E estarei sempre aqui lendo as suas aventuras.
ResponderExcluirbeijos
taty